quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Solidão a nós


Solidão dentro do coração
A alma dói
Restringindo a memória
Morbidez que acalenta a noite
Madrugada sem fim
Túmulo dos monstros
Pisando leve os passos da esperança.

Quando sonâmbulos seres
Despertam do sonho
Um pesadelo infeliz
Que o silêncio se transforma
Um grito surdo e cortante
No íntimo destes seres...
E o sofrimento a nascer...
Em meio ao nada visível...
Penetrante arvora inquietação,
Do amor...

Uma busca inconstante
Parte num momento qualquer
Da vida sobram ecos de esperança